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Referência em ortopedia pediátrica com ampla experiência no tratamento cirúrgico e conservador de instabilidade patelar em crianças e adolescentes
Meu nome é Bruno Azalim, sou ortopedista pediátrico especializado no tratamento de instabilidade patelar, com vasta experiência no manejo de casos agudos e recorrentes de luxação de patela em crianças e adolescentes.
Minha prática clínica é focada principalmente no diagnóstico e tratamento da luxação de patela, condição que representa a maior parte dos casos que atendo. Utilizo abordagens baseadas em evidências, desde o tratamento conservador até técnicas cirúrgicas complexas de realinhamento patelar e reconstrução do ligamento patelofemoral medial.
Além da especialização em joelho, atuo também no tratamento de patologias do pé, incluindo pé torto congênito, aplicando protocolos modernos como o método Ponseti e técnicas cirúrgicas quando necessário.

Membro titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia Pediátrica - SBOP

Membro titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia Pediátrica - SBOP

Membro titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia Traumatologia

Graduado pela Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais

Preceptor da residência médica do Hospital Universitário Ciências Médicas, na especialidade de Ortopedia Pediátrica

Residência de Ortopedia e Traumatologia do Hospital Universitário Ciências Médicas

Pós graduando em Medicina esportiva pela Unifesp - SP

Membro da equipe de Ortopedia Pediátrica do Hospital Vera Cruz

Membro da equipe de Ortopedia Pediátrica do Hospital Vila da Serra
O que é?
A luxação de patela ocorre quando a patela (rótula) sai de sua posição normal na tróclea femoral, geralmente deslocando-se lateralmente. É especialmente comum em crianças e adolescentes com fatores anatômicos predisponentes.
Quando ocorre?
Pode acontecer durante atividades esportivas, movimentos de torção ou até em atividades cotidianas. Pacientes com displasia troclear, patela alta ou frouxidão ligamentar apresentam maior risco de episódios recorrentes.
Reconstrução do ligamento cruzado anterior em crianças e adolescentes, utilizando técnicas que preservam as placas de crescimento (fises abertas).
• Avaliação criteriosa da maturidade esquelética
Tratamento de lesões do menisco medial e lateral, priorizando sempre que possível a preservação e sutura do menisco.
O pé torto congênito (pé equinovaro) é uma deformidade complexa presente ao nascimento, caracterizada por inversão, equino e adução do pé. O tratamento precoce é fundamental para os melhores resultados.
Acompanhamento contínuo: O tratamento do pé torto requer seguimento prolongado até a maturidade esquelética para monitorar e prevenir recidivas, garantindo o melhor resultado funcional.
MÉTODO PONSETI
Protocolo de manipulação seriada e aparelhos gessados, seguido de tenotomia percutânea do tendão de Aquiles quando necessário. Técnica conservadora com excelentes resultados.
TRATAMENTO CIRÚRGICO
Em casos residuais ou recidivantes, procedimentos cirúrgicos podem ser necessários para corrigir as deformidades ósseas e de partes moles.

Na consulta será avaliada a condição clínica do seu pequeno de um forma detalhada e atenciosa.

Muitos aspectos da criança podem parecer um “problema”, mas na verdade fazem parte da fisiologia do crescimento. Receba a orientação adequada para acompanhar o crescimento saudável do seu filho.

São anos de experiência para indicar o melhor tratamento.
Sempre que houver dor persistente, dificuldade para andar, quedas frequentes, alterações na postura ou no formato das pernas e pés. Avaliações precoces ajudam a prevenir problemas futuros e garantem um desenvolvimento saudável.
Depende de cada caso. Algumas crianças apresentam episódios isolados e evoluem bem com acompanhamento. Outras podem ter recorrência, o que exige uma avaliação especializada para evitar dores crônicas e novas lesões.
Não. Muitos casos podem ser tratados com fisioterapia, fortalecimento muscular e acompanhamento clínico. A cirurgia é indicada apenas quando há recorrência, instabilidade importante ou falha do tratamento conservador.
Sim, quando bem indicada e realizada por um ortopedista pediátrico especializado. O planejamento cirúrgico leva em conta a idade, o estágio de crescimento e a anatomia da criança para preservar o desenvolvimento do joelho.
O tratamento é planejado justamente para respeitar as áreas de crescimento ósseo. As técnicas utilizadas em crianças e adolescentes são diferentes das usadas em adultos, reduzindo riscos ao crescimento.
A recuperação envolve um período de proteção do joelho, seguido de fisioterapia. A maioria das crianças retorna gradualmente às atividades do dia a dia e, com orientação médica, pode voltar aos esportes de forma segura.
O controle da dor é parte essencial do tratamento. Hoje, existem protocolos eficazes para manter a criança confortável durante o pós-operatório, sempre com acompanhamento médico.
A recuperação envolve um período de proteção do joelho, seguido de fisioterapia. A maioria das crianças retorna gradualmente às atividades do dia a dia e, com orientação médica, pode voltar aos esportes de forma segura.
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